Após passar de dupla a sexteto, grupo comenta sobre próximo projeto e expectativas para turnê
Após passar de dupla a sexteto, grupo comenta sobre próximo projeto e expectativas para turnê

Com lançamentos previstos para o segundo semestre, CACO/CONCHA vem consolidando uma identidade singular dentro da música brasileira. No último domingo (12), pouco tempo depois de completar um ano como sexteto, eles conversaram com o Rota Indie sobre a nova fase do grupo e os próximos passos.
Eles estão em processo de gravação de novas faixas, que serão lançadas como single duplo no segundo semestre. Além disso, as expectativas estão altas para sair em turnê pela primeira vez. “Temos músicas novas que gravamos em maio aqui no estúdio da Rockambole, até por isso hoje é um dia tão especial para consagrarmos a estreia dessas músicas ao vivo. É a primeira vez que gravamos como banda, então é uma nova fase que estamos inaugurando da CACO/CONCHA Tour”, disseram.
“Estamos muito felizes porque vamos fazer a nossa primeira viagem que vai ser Curitiba, depois Ponta Grossa, Rio de Janeiro e Niterói. Estamos muito animados para viver essa experiência como um grupo que formamos aqui em São Paulo”, completaram.
A banda começou com os primos Felipe Nunes (vocal, pandeiro, synth, chocalho e mais) e André Nunes (guitarra), que lançaram o álbum de estreia homônimo pela Cavaca Records em 2024. O disco apresentou a dualidade entre a cacofonia urbana de São Paulo e a atmosfera ensolarada de Ubatuba.
Com a necessidade de reforçar o coro para tocar ao vivo, Marília Toledo (baixo), Mariah Altruda (teclas), Lucas Shiramizo (bateria e percussão) e Gustavo Imaguire (bateria e percussão) se juntaram ao projeto em junho de 2025.
“Depois do lançamento do nosso primeiro disco, inevitavelmente precisávamos de músicos para trabalhar com a gente e tocarmos ao vivo. Foi aí que conhecemos essa belíssima seleção de músicos”, explicou André.
O guitarrista estudou com Lucas e Gustavo e decidiu convidá-los para a banda. Já as outras integrantes vieram por meio de Felipe. “A Marília era minha web amiga de Twitter, nos compramos na planta um do outro. Eu tinha a ideia de ter uma banda, ela tinha a ideia de tocar baixo e, em algum momento, começamos a alimentar essas ideias. E a Mariah veio por indicação da minha professora de canto. Sempre que precisamos de alguém, a pessoa perfeita apareceu”, contou.
As músicas são frequentemente descritas como um tropical new wave com traços de synth funk e uma série de elementos como bongôs, claves, agogôs e chocalhos. Tentar classificar o estilo da CACO/CONCHA, no entanto, é um desafio até mesmo para a banda.
“Cada música tem um aspecto diferente e uma referência diferente. Eu classificaria como questões brasileiras com influências do funk americano e referências europeias, japonesas, africanas”, opinou Lucas.
Segundo ela, cada integrante ajudou a moldar a nova sonoridade construída, principalmente, nos palcos. “Escutamos as músicas do álbum e todas as faixas já eram excelentes, até por isso quisemos participar da coisa. Nisso, cada um trouxe elementos novos e o som foi se transformando. É muito diferente você assistir ao show e escutar o álbum. Estamos cada vez mais integrados e nos entendendo musicalmente conforme nos conhecemos.”
Confira as datas:
25.07 - Curitiba (PR) - Basement Cultural com Exclusive os Cabides e Tangolo Mangos
26.07 - Ponta Grossa (PR) - Tabacabeça Bar e Headshop
Em breve - Rio de Janeiro (RJ)
Em breve - Niterói (RJ)
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