Primeiro álbum da banda paulistana mistura indie rock, pop punk, emo e dream pop
Primeiro álbum da banda paulistana mistura indie rock, pop punk, emo e dream pop

O primeiro álbum da Anônimos Anônimos, Acabou Sorrire, chega às plataformas com influências do indie rock, pop punk, emo e dream pop, sempre com um toque brasileiro. Lançado pela pela Forever Vacation Records, traz nove faixas que mergulham em temas mais reflexivos e pessoais.
Apesar dos termos em inglês para descrever a sonoridade, a banda destaca a cena nacional no centro das referências. “As nomenclaturas mais fáceis ainda são as gringas, como indie rock, alternative rock, pop punk, emo, mas temos muito orgulho de nossas referências nacionais. É uma mistura daquele rock de fora com letras e um jeito brasileiro”, disse Flávio Particelli, vocalista.
O título, que faz referência a Acabou Chorare (1972), dos Novos Baianos, busca mostrar um lado mais introspectivo do grupo paulistano. “Não é necessariamente um disco triste, mas é bem mais pessoal, reflexivo. Seria como oferecer um abraço em vez de chamar para ir a uma festa.”
O disco também marca uma fase mais planejada da banda, que optou por explorar canções mais melódicas e com temas pessoais após se aventurar por diferentes sonoridades dentro do rock em lançamentos anteriores.
O projeto tem produção de Alexandre Capilé e mixagem e masterização de Gabriel Zander, mas suas participações não se limitaram a técnica. “O Capilé, além de um produtor excelente, foi um mentor, um amigo, um incentivador. Foi ele quem guiou nosso processo até encontrar esse repertório com o melhor da banda, nossa verdade mais forte. Sem ele não teria esse disco, com essa qualidade alta.”
“O Gabriel Zander entrou na mixagem e masterização com o Capilé e ajudou a levar a coisa toda para um nível ainda maior. Difícil definir, mas eu diria que ele tem uma assinatura sonora que traz peso e clareza, então fica tudo mais forte e pop ao mesmo tempo”, completou o vocalista.
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