Resenha: Caranguejo – Supercombo (2025)

Oitavo álbum da banda foi lançado em agosto de 2025; leia análise

A clássica banda de rock alternativo, Supercombo, na ativa há quase 20 anos, soltou a sua obra mais recente, Caranguejo (2025/2026). O grupo capixaba atualmente é formado por Leo Ramos (voz e guitarra), Carol Navarro (baixo e voz), Paulo Vaz (teclados) e André Dea (bateria).

A banda se apresentou recentemente no Rock In Rio, fechando a programação do Palco Supernova no sábado, dia 5 de setembro.

Lançado em duas partes entre 2025 e 2026 para fugir da lógica dos singles que se esvaem de forma rápida, Caranguejo está completamente disponível para ser escutado, com muitas camadas e arranjos surpreendentes. 

Caranguejo tem o rock n’ roll como o seu alicerce, mas mistura elementos de ritmos brasileiros, como o piseiro e o bolero, além de dar uma pincelada de heavy metal e eletrônico. A mistura de sonoridades transforma esse no álbum mais produzido da Supercombo, sem nunca perder a sua identidade clássica.

Apesar de ter sido lançado em duas partes, as faixas se conversam e seguem um mesmo eixo narrativo. A banda aborda situações do dia a dia, fáceis de se identificar, e que nos deixam suscetíveis a diversas emoções, como a nostalgia e crises existenciais. Além disso, podemos observar questões de relacionamentos sociais, relação com as telas e redes sociais e amadurecimento.

Ranking

A Transmissão
Testa
Piseiro
Black Sabbath
Alento
Como se fosse ontem
Combustão
Hoje Eu Tô Zen
Deixar pra lá
O alfaiate
Nossas Pitangas
Redes antissociais
Deixa a maré te levar
Peixe
Nó
Explosão

Nota: 8,5/10

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